5,7 milhões de km² de patrimônio oceânico brasileiro

Com o objetivo de chamar atenção e inspirar iniciativas que colaborem para a sua proteção, em 8 de junho é comemorado o Dia Mundial dos Oceanos. A data foi estabelecida durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, em 1992 (RIO-92).

Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície terrestre e reúnem 97% de toda a água do planeta. São os maiores reguladores do clima e das condições meteorológicas, além de abrigarem a maior biodiversidade global. O entendimento dos mares assume um papel fundamental para o Brasil, detentor de uma área marítima com mais de 5,7 milhões de km², a Amazônia Azul. É por esse patrimônio que transita 95% do nosso comércio exterior e concentra 97% da produção nacional de petróleo. Para o País, os oceanos representam fator preponderante para o desenvolvimento nacional.

Hidrografia e Oceanografia são duas das ciências que contribuem para o conhecimento do espaço oceânico. A Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) é a instituição nacional responsável por promover e coordenar, no Brasil, as atividades de levantamentos e análises de dados hidroceanográficos, que resultam em informações ambientais aplicadas em apoio à aplicação do Poder Naval, à Segurança da Navegação e à execução de projetos de pesquisa. Beneficiam-se, assim, setores como meio ambiente, agronegócio, transporte, defesa civil, indústria do petróleo e a sociedade em geral.

No Dia Mundial dos Oceanos, a DHN e demais organizações da Marinha fazem questão de divulgar a importância da Hidrografia e da Oceanografia para a sociedade, de modo a estimular o desenvolvimento da Mentalidade Marítima na população, para que as potencialidades do mar sejam exploradas de forma sustentável, segura e profícua, em benefício do País.

Marcelo Barros, com informações e imagens da Marinha do Brasil
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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