Louisiana (EUA) – No Dia do Soldado, no contexto do Exercício CORE 22, a companhia brasileira da Brigada Aeromóvel realizou a atividade de tiro real de fração.

O Live Fire, denominação em inglês, é o exercício tático de ataque, com execução de tiro real, que ocorre, metodologicamente, em quatro jornadas.

No primeiro dia, a ordem fragmentária é recebida  e a tropa se desloca para a zona de reunião para o ataque. No segundo dia, é feita a validação e aprovação das armas coletivas para verificar as condições técnicas da arma e de sua guarnição. No penúltimo dia, é executado o ataque no terreno, com munição de festim, utilizando o dispositivo de simulação de engajamento tático. Por fim, no último dia, é realizado o ataque com munição real de todos os armamentos envolvidos (fuzil, morteiro, canhão sem recuo etc.).

Essa atividade acontece no contexto do Exercício CORE 22 e é coordenada pela Live Fire Divison, do Grupo de Operações do JRTC.

Durante o Live Fire, a segurança e o comando e controle das frações, assim como a zona de ação das pequenas frações recebem atenção especial.

No processo de certificação pelo qual a tropa brasileira passa, essa foi mais uma etapa, e dela fizeram parte a coesão e a interoperabilidade da tropa para o cumprimento da missão de forma eficiente e segura.

Fonte: Centro de Comunicação Social do Exército

Marcelo Barros, com informações e imagens do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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