Em resposta às devastadoras enchentes no Rio Grande do Sul, o Hospital de Campanha da Marinha, localizado em Guaíba, começou suas operações com uma marca impressionante: 92 pessoas atendidas apenas no primeiro dia. Este esforço é parte das iniciativas para aliviar a sobrecarga nos hospitais locais, proporcionando cuidados médicos essenciais para a população afetada.

CAPACIDADE E SERVIÇOS DO HOSPITAL

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Operado pela Unidade Médica Expedicionária da Marinha (UMEM), o hospital está equipado com mais de 40 leitos e tem capacidade para realizar uma série de procedimentos médicos, desde ressuscitações de emergência até intervenções cirúrgicas leves. O hospital também é vital para a estabilidade da região, ajudando a reduzir o impacto das enchentes sobre as infraestruturas de saúde locais.

RESPONSABILIDADE E DEDICAÇÃO DOS MILITARES

O Terceiro-Sargento Adolfo Ludegards, um dos primeiros militares da UMEM a chegar em Guaíba, exemplifica o compromisso e a dedicação das forças armadas em apoiar comunidades em crise. Voluntário para a missão, Ludegards destacou o “espírito de corpo” e o desejo de ajudar não apenas a população local mas também familiares diretamente afetados, como sua irmã que reside no município de Rio Grande.

MAGNITUDE DAS ENCHENTES E IMPACTO SOCIAL

A gravidade da situação em Guaíba é acentuada pelo registro histórico do nível do Rio Guaíba, que ultrapassou 5 metros, o mais alto desde 1939. Com o estado de calamidade pública declarado, a cidade vê-se enfrentando desafios logísticos significativos, com muitas áreas ainda inacessíveis, aumentando a necessidade de serviços médicos móveis como o oferecido pelo Hospital de Campanha.

EXPANSÃO DO SUPORTE E CONTINUIDADE DO ATENDIMENTO

Com a chegada de mais equipes de saúde, o hospital planeja continuar e expandir seus serviços para atender à crescente demanda. O Hospital de Campanha da Marinha está aberto todos os dias das 8h às 17h, oferecendo especialidades como clínica médica, pediatria, ortopedia e cirurgia geral, garantindo que a assistência médica seja acessível a todos que necessitam.

Marcelo Barros, com informações da Agência Marinha
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).