Aspirantes conhecem viaturas blindadas “Piranha” durante “Aspirantex/2021”
A bordo do Navio Doca Multipropósito (NDM) “Bahia”, os Aspirantes da Escola Naval acompanharam treinamentos realizados pelo Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais. Foi uma oportunidade para os futuros Oficiais conhecerem, de perto, as viaturas “Piranha”, veículos blindados utilizados para transporte de pessoal.
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Aspirantes conhecem viaturas blindadas “Piranha” durante “Aspirantex/2021”


No treinamento, o Grupamento também demonstrou as diferentes formações possíveis para o Pelotão de Controle de Distúrbios e os Aspirantes compreenderam o conceito de conjugado anfíbio, genericamente entendido como conjunto de meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais prontos para cumprir missões relacionadas à projeção do poder sobre terra. O exercício foi uma oportunidade de testar, a bordo de um navio anfíbio, a capacidade expedicionária da tropa, de acordo com a doutrina prevista e em consonância com as tarefas básicas do Poder Naval.

Grupamento de Fuzileiros Navais a bordo do NDM “Bahia”

Paralelamente, os Aspirantes que estão a bordo do Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM)“Atlântico” acompanharam a solução de um problema militar fictício, criado especialmente para demonstrar o nível de prontidão e preparo dos militares da Marinha. Na situação hipotética construída, o destacamento de Mergulhadores de Combate e a aeronave “Super Cougar” (UH-15) foram empregados para retomar e resgatar o controle da imaginária plataforma de petróleo “Almirante Tamandaré”, supostamente dominada por grupos armados e clandestinos.

Fast Rope dos Mergulhadores de Combate, a partir da aeronave “Super Cougar”, no convoo do NAM “Atlântico”

A fim de surpreender os figurativos inimigos, os mergulhadores de combate utilizaram a técnica fast rope, um método de infiltração rápido, ideal para ambientes hostis. Pilotos do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral, empregados no exercício, mantiveram estável a aeronave UH-15, em voo pairado, para a descida dos Mergulhadores de Combate, que rapidamente se deslocaram até os supostos criminosos.

Fonte: Marinha do Brasil
Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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