Desde o início das devastadoras enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, os Fuzileiros Navais dos Pampas têm estado na linha de frente do apoio à população. Este grupo especializado, conhecido por sua habilidade em operações tanto em terra quanto em águas interiores e marítimas, tem sido fundamental na resposta ao desastre humanitário que afeta a região.

PRESENÇA ONDE MAIS É NECESSÁRIA

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Em cada local onde a necessidade se faz sentir, os Fuzileiros Navais têm sido rápidos em responder. Seja em operações de salvamento, seja na distribuição de doações essenciais como alimentos, água e medicamentos, eles têm atuado com eficiência e dedicação. Essa resposta imediata é um testemunho da organização e do treinamento rigoroso pelo qual passam esses militares, preparando-os para enfrentar as mais diversas situações de crise.

RECONHECIMENTO E RESPEITO DA COMUNIDADE

O impacto da presença dos Fuzileiros Navais não se limita apenas à ajuda física. Onde quer que cheguem, o reconhecimento e o respeito da população local são evidentes. Esse respeito é fruto não apenas da assistência prestada, mas também da postura e profissionalismo demonstrados durante as operações. A capacidade de atuar sob pressão e em condições adversas reforça a imagem dos Fuzileiros como pilares de força e segurança em momentos de necessidade. Para quem está fora do Rio Grande do Sul, a guerra da desinformação tem tentado passar uma imagem contrária aos bravos soldados, mas a história guardará um lugar de destaque para reconhecer todo esforço nesse momento difícil.

FUZILEIROS DOS PAMPAS: UM LEGADO DE BRAVURA

Os Fuzileiros dos Pampas exemplificam o ideal dos “Combatentes Anfíbios”, atuando eficazmente nas terras, águas interiores e mares do sul do Brasil. Sua bravura e compromisso contínuo com as missões de resgate e assistência são vitais para as operações de recuperação e têm um impacto duradouro nas comunidades afetadas.

Marcelo Barros, com informações da Marinha do Brasil
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).