A ideia de motores de foguetes nucleares remonta aos anos 1940, mas a tecnologia só foi revisitada recentemente como uma solução para a exploração do espaço profundo Foto: Nasa

Até 2035, a Nasa quer levar humanos em Marte. Mas chegar ao planeta vermelho, em média a cerca de 140 milhões de quilômetros de distância, será um feito gigantesco.

Mais frio que a Antártica e com pouco ou nenhum oxigênio, Marte é um ambiente hostil. Quanto mais tempo os astronautas levam para chegar lá e quanto mais tempo eles ficam, mais eles correm riscos.

É por isso que os cientistas estão procurando maneiras de reduzir o tempo de viagem. A empresa Ultra Safe Nuclear Technologies (USNC-Tech), sediada em Seattle, propôs uma solução: um motor de propulsão térmica nuclear (NTP) que poderia levar humanos da Terra a Marte em apenas três meses.

Atualmente, a viagem mais curta possível para uma espaçonave não tripulada é de sete meses, mas uma missão tripulada deve levar pelo menos nove meses.

Michael Eades, diretor de engenharia da USNC-Tech, diz que os foguetes movidos a energia nuclear seriam mais potentes e duas vezes mais eficientes que os motores químicos usados hoje, o que significa que eles poderiam viajar mais longe e mais rápido, enquanto queimam menos combustível.

“A tecnologia nuclear expandirá o alcance da humanidade além da órbita baixa da Terra e no espaço profundo”, disse ele à CNN.

Além de permitir a viagem espacial humana, pode abrir espaço para oportunidades de negócios galácticos, diz ele.

Fonte: CNN Brasil

Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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