Em 2021, a Engenharia do Exército Brasileiro completa 15 anos de atuação na Colômbia, no Grupo de Monitores Interamericanos (GMI), organização voltada para a desminagem humanitária no país. Os militares de engenharia do Exército integram o GMI desde sua criação, no âmbito da Junta Interamericana de Defesa (JID), em 2006. Atualmente, o grupo é chefiado pelo Coronel de Engenharia Cleber Machado Arruda e está constituído por militares do Brasil e do México.

Ao longo dos últimos trinta anos, a Engenharia do Exército Brasileiro construiu uma tradição internacionalmente reconhecida na área de desminagem humanitária. Militares brasileiros estiveram presentes em Honduras, Nicarágua, Costa Rica e Guatemala (MARMINCA), Peru e Equador (MARMINAS), além da atual missão na Colômbia do GMI, onde contribuíram com seu conhecimento especializado nos esforços de desminagem efetuados pelos governos locais, com a participação da Organização dos Estados Americanos.

GMI
O GMI, como um órgão militar de apoio técnico ao programa de Ação Integral Contra Minas Antipessoal (AICMA) da Organização dos Estados Americanos, atualmente prioriza os trabalhos de avaliação documental, avaliação de treinamento, avaliação operacional e monitoramento das operações executadas pelas Organizações de Desminagem Humanitária (ODH), já tendo participado diretamente da certificação de oito mil desminadores ao longo destes 15 anos de atuação.

Com o seu trabalho, o grupo vem demonstrando a importância de sua atuação em apoio aos esforços das autoridades colombianas para a remoção de minas e, em consequência, para a redução dos efeitos desses artefatos de guerra que vem penalizando a população do país há mais de cinco décadas.

Fonte: GMI
Marcelo Barros, com informações e imagens do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

1 COMENTÁRIO

  1. Engraçado. A missão tem participação de engenheiros do Exército e Fuzileiros Navais desde o princípio, mas não citam os fuzileiros!

    O trabalho é muito importante e o reconhecimento também. Parabéns às Forças Armadas do Brasil e não somente aos engenheiros do Exército!!

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