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Nos anos 40 e 50, a música brasileira vivia sua era de ouro, e uma voz se destacava entre todas: Emilinha Borba. Encantando os ouvintes com sua voz inconfundível e presença magnética, Emilinha conquistou o Brasil e se tornou uma das mais emblemáticas Rainhas do Rádio. Em 2023, comemoramos o centenário de seu nascimento, uma oportunidade de revisitar a história musical de uma das mais queridas cantoras brasileiras.

A “Favorita da Marinha”

Emilinha Borba era tão adorada pelo público que ganhou o título de “Favorita da Marinha”, uma alcunha que veio não apenas de sua popularidade, mas também de suas canções dedicadas à Marinha do Brasil. Duas de suas músicas, em particular, destacam-se: “Aí Vem a Marinha” e “Cisne Branco”, ambas repletas de respeito e admiração por essa instituição.

As Canções de Emilinha

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“Aí Vem a Marinha” é uma das canções mais célebres de Emilinha Borba. Com ritmo alegre e letras que exaltam o orgulho nacional pelo trabalho da Marinha do Brasil, a canção se tornou um hino oficial.

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A outra música icônica é “Cisne Branco”, que é ainda mais significativa por ser o Hino da Marinha. A interpretação emocionante de Emilinha para “Cisne Branco” a consolidou como a “Preferida Permanente da Marinha”. Recentemente a Mona Vilardo regravou-a a bordo do Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico”

O Legado de Emilinha Borba

O centenário de nascimento de Emilinha Borba é uma ocasião especial para lembrarmos do impacto duradouro que sua música teve na cultura brasileira. As melodias cativantes e a paixão com que Emilinha cantou suas canções, especialmente as dedicadas à Marinha do Brasil, permanecem vivas em nossos corações. Sua contribuição para a música brasileira é inestimável e continua a inspirar as novas gerações de cantores e músicos.

Hoje, ao celebrarmos o centenário de Emilinha Borba, reacendemos a chama de sua influência musical e honramos sua memória. Que sua música continue a encantar e a tocar as futuras gerações, assim como tocou a todos nós.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).