Em um encontro significativo para a comunidade marítima, a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro (CPRJ) recebeu, no dia 21 de março, membros da Associação de Pescadores Artesanais do Canal São Francisco (APACSF). A reunião, que também contou com a presença de representantes da Coordenadoria de Pesca e Agricultura da Casa Civil e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Solidário da Prefeitura do Rio de Janeiro, teve como foco principal a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana no mar e a prevenção da poluição hídrica.

Nos siga no Instagram, Telegram ou no Whatsapp e fique atualizado com as últimas notícias de nossas forças armadas e indústria da defesa.

Diálogo construtivo para melhorias regulatórias

Durante o evento, foram abordados temas críticos como a regularização das embarcações e a habilitação dos condutores. Palestras educativas foram ministradas com o objetivo de esclarecer os procedimentos necessários para o incremento do atendimento aos pescadores artesanais através do Grupo de Atendimento ao Público (GAP). Este esforço conjunto visa eliminar as deficiências enfrentadas pela comunidade pesqueira, especialmente em termos de documentação e conformidade legal.

Educação e conscientização como ferramentas de apoio

blank

A CPRJ aproveitou a ocasião para reforçar a importância da educação e da conscientização sobre práticas seguras de navegação e pesca. Estas medidas são essenciais não apenas para a proteção dos recursos marinhos, mas também para garantir a segurança dos próprios pescadores. O encontro destacou a responsabilidade compartilhada entre os órgãos governamentais e a comunidade pesqueira no que diz respeito à prevenção de acidentes e à minimização do impacto ambiental das atividades pesqueiras.

Compromisso com o desenvolvimento sustentável

A integração da CPRJ com a comunidade de pesca artesanal reflete um compromisso profundo com o desenvolvimento sustentável das atividades marítimas. Este envolvimento não só fortalece a sinergia entre a autoridade marítima e os pescadores, mas também promove uma maior compreensão e cooperação para o controle e prevenção dos riscos associados à pesca. Tais iniciativas são vitais para a manutenção da biodiversidade marinha e para o sustento de centenas de famílias que dependem da pesca artesanal.