Na manhã desta quarta-feira, um grupo de deputados e senadores se reuniu em Brasília para discutir o futuro das pesquisas científicas na Antártica. O encontro marcou um esforço coletivo para aumentar o orçamento do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR), essencial para a continuidade das operações no continente gelado.

Encontro Parlamentar em Brasília

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O Secretário da CIRM apresentou dados do PROANTAR durante encontro na Câmara dos Deputados – Imagem: Primeiro-Sargento (ES) Menezes

A capital do país foi palco de uma importante reunião nesta quarta-feira, onde deputados e senadores se juntaram para discutir o aumento do orçamento destinado ao PROANTAR. Com o crescimento das instalações na Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) e a expansão dos projetos de pesquisa, o atual financiamento tornou-se insuficiente. O Secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), Contra-Almirante Ricardo Jaques Ferreira, enfatizou a necessidade de renovar o compromisso do Brasil com a presença no continente antártico, destacando a importância de obter apoio contínuo do Congresso. Durante o evento, os parlamentares tiveram a oportunidade de conhecer de perto os projetos desenvolvidos e interagir com pesquisadores renomados de instituições como a Universidade de Brasília e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Importância das Pesquisas na Antártica

A Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) é um centro vital para as pesquisas científicas na Antártica, abrigando projetos que abrangem diversas áreas como biodiversidade, clima, geologia, geofísica, oceanografia, saúde e ciências humanas e sociais. Entre outubro de 2023 e abril de 2024, a OPERANTAR apoiou 137 pesquisadores de 18 instituições e universidades nacionais, responsáveis por 23 projetos de pesquisa. Estes estudos não só contribuem para o conhecimento científico global, mas também garantem ao Brasil uma posição de destaque no Tratado da Antártica, permitindo ao país participar plenamente dos processos decisórios sobre o futuro da região. A Marinha do Brasil, por meio de seus navios e aeronaves, oferece o suporte logístico necessário para que essas pesquisas possam ser realizadas com sucesso.

Marcelo Barros, com informações e imagens da Agência Marinha
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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