Comandante da Marinha e Capitão de Fragata Fabio Nunes fizeram o descerramento da placa de ativação da nova OM

O Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, presidiu a cerimônia de ativação do 1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1), realizada no dia 5 de julho, no Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia (RJ). A solenidade representou um momento histórico para a Força, pois marcou a incorporação de um novo meio, que proporcionará significativo incremento operacional aos navios da Esquadra e ao Corpo de Fuzileiros Navais, executando missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento.

O EsqdQE-1 inicia suas operações com seis aeronaves do modelo ScanEagle, aptas a operar em período diurno e noturno. Com capacidade de monitoramento, controle, proteção e defesa da Amazônia Azul, poderão ser empregadas em atividades de Controle do Tráfego Marítimo; Inspeção Naval; Prevenção de Ilícitos, Pirataria e Terrorismo; Monitoramento de Desastres; e Operações de Socorro e Salvaguarda da Vida Humana no Mar.

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Aeronaves Remotamente Pilotadas serão empregadas em missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento

Na cerimônia, que também contou com a participação de membros do Almirantado e de outros Oficiais-Generais, o Comandante da Marinha ressaltou que os Veículos Aéreos Não Tripulados não substituirão e nem eliminarão os tripulados, mas coexistirão com eles, surgindo como um grande complemento. “Existe uma gama de tecnologias que fazem com que o emprego do Poder Naval se multiplique, seja alavancado. E assim são os Veículos Aéreos Não Tripulados, cuja pedra fundamental está sendo lançada hoje, fruto do esforço das gerações que nos antecederam”, disse, fazendo referência aos precursores da aviação na Marinha e seus sucessores.

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O Almirante Garnier também saudou o Comandante da nova Organização Militar (OM), Capitão de Fragata Fabio Nunes, e sua tripulação. “Toda vez que ativamos uma OM, criamos imortais na Marinha, do Comandante ao Marinheiro mais moderno. Passadas décadas, até séculos depois, os pioneiros serão lembrados. Usem essa imortalidade com cuidado e entusiasmo, pois a Marinha espera muito dos senhores”, recomendou.

Marcelo Barros, com informações da Marinha do Brasil
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).