Da esquerda para a direita: Contra-Almirante (Refº) Reginaldo Gomes Garcia dos Reis; Almirante de Esquadra (RM1-FN) Paulo Martino Zuccaro; Almirante de Esquadra (RM1) Marcelo Francisco Campos; Almirante de Esquadra (Refº-FN) Alvaro Augusto Dias Monteiro; Almirante de Esquadra (RM1) Liseo Zampronio; Vice-Almirante (Refº-EN) Marcilio Boavista da Cunha; e Contra-Almirante Gustavo Calero Garriga Pires

Em um momento significativo para o Centro de Estudos Político-Estratégicos da Marinha (CEPE-MB), o conselho reuniu-se na Escola de Guerra Naval (EGN), em 21 de fevereiro, marcando o início das atividades acadêmicas para o corrente ano. Esta reunião, a primeira após recentes mudanças na composição do Conselho, conforme o estatuto do centro, estabelece um marco na trajetória do CEPE-MB, que se dedica ao avanço do conhecimento nas áreas de Poder Marítimo, Poder Naval e Defesa.

Foco em temas estratégicos para o futuro da Marinha

A agenda do CEPE-MB para 2024 é ambiciosa, visando explorar profundamente três grandes campos de estudo: Poder Naval; Economia do Mar e Economia de Defesa; e Ciência, Tecnologia e Inovação para a Defesa, incluindo discussões sobre transição energética. Esses temas refletem as prioridades estratégicas da Marinha do Brasil, alinhando-se com os desafios globais e as oportunidades para fortalecer o Poder Naval no cenário internacional.

Promovendo o diálogo acadêmico e a colaboração interdisciplinar

Os simpósios, seminários e colóquios planejados para 2024 não são apenas eventos acadêmicos, mas plataformas para a obtenção e atualização de conhecimentos críticos para a Marinha. Eles representam uma ponte vital entre a Marinha do Brasil, o Estado-Maior da Armada, a EGN e a sociedade, especialmente o meio acadêmico. Essa interação promove um diálogo enriquecedor, essencial para a inovação e a aplicação de novas estratégias no campo da defesa e segurança marítima.

Integração de novas perspectivas e conhecimentos

A reunião do CEPE-MB sublinhou a importância de integrar novas perspectivas e avanços nos campos da economia marítima, defesa e tecnologia. Ao concentrar-se em áreas como a transição energética, o conselho demonstra uma visão progressista, reconhecendo a necessidade de abordar questões de sustentabilidade e inovação tecnológica para o futuro da estratégia naval e defesa marítima.