No dia 15 de agosto, o Comando do 5º Distrito Naval tomou uma medida essencial para garantir a segurança e integridade de nossos navios: a inspeção com cães farejadores. Esta atividade, realizada em parceria com o 6º Batalhão de Polícia Militar, ocorreu nas Fragatas “Independência” e “União”, que estavam atracadas no Porto do Rio Grande. Mas por que essa inspeção é tão crucial?

Cães de Guerra: Nossos Aliados na Segurança

Os cães farejadores, também conhecidos como Cães de Guerra, possuem habilidades únicas. Eles são treinados para detectar substâncias e objetos específicos, tornando-se ferramentas valiosas na prevenção de atividades ilícitas. Ao realizar inspeções em navios, esses cães garantem que tudo esteja em conformidade com as normas de segurança, especialmente quando os navios estão prestes a realizar viagens internacionais.

Nos siga no Instagram, Telegram ou no Whatsapp e fique atualizado com as últimas notícias de nossas forças armadas e indústria da defesa.

Procedimento Obrigatório

Antes de um navio partir para o exterior, é mandatório que ele passe por essa inspeção. No caso das Fragatas “Independência” e “União”, a cidade de Rio Grande foi a última parada em território nacional antes de sua jornada rumo ao porto de Mar del Plata, na Argentina. Esses navios partiram da Base Naval do Rio de Janeiro no dia 7 de agosto, com o objetivo de iniciar a Operação Fraterno XXXVI. Assim, a inspeção não foi apenas uma formalidade, mas uma etapa crucial para garantir que a viagem ocorresse sem contratempos.

A segurança de nossos navios e tripulações é uma prioridade. Com a ajuda dos Cães de Guerra e da colaboração entre diferentes entidades, como o Comando do 5º Distrito Naval e o 6º Batalhão de Polícia Militar, podemos ter certeza de que nossos navios estão prontos e seguros para suas missões. A inspeção com cães farejadores é mais uma prova do compromisso do Brasil com a segurança e a integridade de suas forças navais.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).