A 11ª Brigada de Infantaria Leve (11ª Bda Inf L) já recebeu 65 viaturas blindadas de transporte de pessoal da família Guarani. Até 2023, a brigada terá cerca de 125 blindados em suas organizações militares e, ao final do processo de mecanização, passará a se chamar 11ª Brigada de Infantaria Mecanizada (11ª Bda Inf Mec).

O processo de mecanização teve início em julho de 2021 com a chegada dos primeiros blindados. A primeira viatura foi batizada de “Campinas”, em homenagem ao município que sedia a brigada. “Essa parceria histórica que Campinas tem com o Exército Brasileiro hoje recebe um brinde especial, que é a denominação desse blindado com o nome da nossa cidade de Campinas”, afirmou o Prefeito de Campinas, Dário Saadi, na época.

Viaturas blindadas de transporte de pessoal 

Nos siga no Instagram, Telegram ou no Whatsapp e fique atualizado com as últimas notícias de nossas forças armadas e indústria da defesa.

As viaturas blindadas de transporte de pessoal médias sobre rodas (VBTP-MSR) pesam 20 toneladas, têm capacidade para 11 tripulantes e possuem autonomia de 600 km. Com 7,04 m de comprimento; 2,7 m de largura; e 2,34 m de altura (sem sistema de armas), as viaturas Guarani apresentam proteção blindada de 30 mm antiminas e para tiro de fuzil 7,62 mm M1 (com potencial para receber blindagem adicional). Os blindados Guarani são anfíbios, ou seja, podem se locomover tanto em terra firme quanto em águas de rios, lagos etc. Outra característica das viaturas Guarani é o design modular, que permite a incorporação de diferentes torres, armas, sensores e sistemas de comunicações para o mesmo carro. Os blindados Guarani ainda possuem motor de 383 CV e transmissão automática. Eles têm por objetivo transformar a infantaria motorizada em mecanizada e ainda, modernizar a cavalaria mecanizada.

Esse é o primeiro modelo projetado e fabricado na unidade da Iveco Veículos de Defesa no Brasil, em Sete Lagoas (MG), em parceria com o Exército Brasileiro.

Retorno às origens

A Brigada Anhanguera foi blindada entre os anos 1971 e 2005. “Quando a gente entrega para a brigada um retorno à capacidade de proteção blindada que ela tinha no passado, é um retorno às origens”, destaca o Comandante Militar do Sudeste, General de Exército Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva.

Fonte: CMSE
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).