“…Da mistura de lama e sangue do passado…” com a oração do Guerreiro do Pantanal, no pátio do 17º Batalhão de Infantaria de Fronteira, ocorreu em 21 de fevereiro, na guarnição de Corumbá-MS, a formatura em comemoração dos 77 anos da Tomada de Monte Castelo pela Força Expedicionária Brasileira durante a Segunda Guerra Mundial.

Presidida pelo Chefe do Estado-Maior da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira, Coronel Dantas,  a solenidade contou com a presença do Comandante do 17º Batalhão de Infantaria de Fronteira, Tenente-Coronel Pimentel, do Comandante da Companhia de Comando da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira, Capitão Joner, e do Comandante da 18ª Companhia de Comunicações, Capitão Caetano.

“Um dos maiores conflitos bélicos da história da humanidade, é muito importante destacarmos os feitos desses verdadeiros heróis, que combateram e venceram o nazifascismo, não podemos, em nenhum momento, deixarmos esse pedaço da história esquecido. Estamos iniciando mais um ano de instrução, a juventude que ora adentra aos portões do Exército Brasileiro, tem que ter esse conhecimento, devem saber que poucos defenderam a vida de muitos” afirmou o Coronel Dantas, em suas palavras dirigida à tropa.

A ordem do Dia redigida pelo Comandante do Exército, General de Exército Paulo Sérgio, foi lida pelo  Adjunto de Comando da 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira, Subtenente Romão, no qual destaca: “Os heróis da FEB honraram a história dos Soldados de Caxias que, ontem, hoje e sempre, fazem do Exército Brasileiro o Braço Forte da Nação, verdadeiro bastião da soberania do País e da liberdade do nosso Povo. Pracinhas, vocês jamais serão esquecidos, pois derramaram o seu sangue pela democracia e pela paz para todos os brasileiros!

Tomada de Monte Castelo

Em 1944, 25 mil militares brasileiros foram enviados, sob o comando do Marechal João Baptista Mascarenhas de Moraes, para lutar na Europa ao lado dos países Aliados (Inglaterra, França e Estados Unidos) contra os países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão).

No dia 21 de fevereiro de 1945, a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária conquistou a região de Monte Castelo, na Itália, após 12 horas de um árduo e intenso combate agravado pelo frio e por um terreno íngreme e lamacento.

Durante a guerra, a Força Expedicionária Brasileira perdeu 468 soldados, cujos restos mortais permaneceram no cemitério de Pistóia, na Itália, por muitos anos. Em 1960, suas cinzas foram transferidas para o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, localizado no aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Fonte: 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira

Marcelo Barros, com informações e imagens do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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