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Marcus Vinicius de Castro Loureiro – Capitão de Mar e Guerra

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Não se pode ignorar que a nossa crescente dependência de sistemas, equipamentos e serviços conectados a uma rede tem aumentado a nossa exposição e consequente risco aos incidentes e ataques cibernéticos. A constante evolução tecnológica nos equipamentos militares, nem sempre acompanhada do nível de segurança cibernética necessária, permite interferir que a ação de um único hacker pode ser decisiva para buscar e/ou abalar as defesas de um adversário. Em virtude disso, as grandes potências militares e, também, países com dificuldades para manter os custos de Forças Armadas convencionais estão se aprofundando na guerra cibernética.

As forças navais não se encontram alheias a este cenário, pois a proteção contra ataques maliciosos aos sistemas computadorizados, a bordo dos navios, está atingindo o topo da agenda das principais Marinhas do mundo. Renomados exercícios combinados, como o Joint War- rior, já contemplam a ameaça e execução de ações cibernéticas.

Os desafios, atualmente, estão em aprimorar a doutrina de defesa cibernética, encontrar a melhor estratégia para a capa- citação dos recursos humanos frente a esta nova ameaça, e a mitigação dos riscos, já que a evolução desses sistemas torna imperativo que os ativos de informação1, a bordo dos navios, estejam seguros contra todas as formas de incidentes cibernéticos. Entretanto, a ação de proteção passa por um conjunto complexo de questões, e não apenas sobre o funcionamento de um firewall, ou a instalação de um antivírus nos computadores. É necessário reforçar as capacidades de segurança cibernética com foco na gestão de riscos e analisar, conjuntamente, as vulnerabilidades de to- dos os sistemas controlados e monitorados por softwares.

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