Águas de Março

“São as águas de março fechando o verão”. O trecho da famosa música cantada por Elis Regina e Tom Jobim resume a transição do verão para o outono no mês de março. O sol e as altas temperaturas são substituídas por chuvas e dias mais curtos. Por isso, é necessário se precaver de doenças comuns neste período. São elas:

  • Leptospirose: O contágio ocorre por contato direto com a urina de animais infectados ou pela exposição à água contaminada por uma bactéria do gênero Leptospira. No Brasil, os ratos são os principais transmissores da doença;
  • Pneumonia: a entrada de fungos no sistema respiratório pode gerar sintomas parecidos com os da gripe;
  • Malária: transmitida pela picada do mosquito da malária, gerando problemas no fígado e sangue;
  • Micose: doença de pele causada por um fungo, resultando em coceiras, vermelhidão e pequenas feridas;
  • Toxoplasmose: Transmitida aos seres humanos através das fezes de vários animais, mais comumente de gatos, contaminadas pelo agente causador da doença;
  • Febre tifoide: causada devido ao consumo de água ou de alimentos contaminados com uma bactéria chamada Salmonella. Gera sintomas como febre, enjoo e diarreia;
  • Hepatite A: causada devido ao consumo de água ou de alimentos contaminados com o vírus da hepatite. Gera cor amarelada na pele e nos olhos, devido ao comprometimento do fígado.

As águas de março trazem junto a chuva e as enchentes, que também ajudam na proliferação do mosquito Aedes Aegypti, resultando no aumento dos casos de dengue, zika vírus, febre amarela e chikungunya. Pensando nisso, o Saúde Naval preparou uma lista de dicas para você não ser surpreendido por essas doenças durante o mês de março:

  • Proteger-se por meio do uso de repelentes;
  • Não deixar água parada;
  • Não entrar em contato com as águas de enchente. Caso necessário, utilizar botas;
  • Descartar todos os alimentos e medicamentos que estiveram em contato com a lama ou água da enxurrada, mesmo os alimentos que permaneceram embalados e secos;
  • Apenas consumir água filtrada ou fervida;
  • Evitar umidade no corpo; e
  • Higienizar o nariz.

Fonte: Saúde Naval

Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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