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Fernanda Rangel de Moraes

Sandra Maria Becker  Tavares

O Veículo Aéreo Não Tripulado, popularmente conhecido como Drone, é um tipo de tecnologia que se assemelha a uma aeronave com alto grau de automatismo controlado remotamente. Desde a década de 50, essa tecnologia era usada militarmente, com seu porte pequeno e ágil, trazendo uma nova perspectiva para o modo de ir à guerra. Uma vez usados para vigilância no combate e reconhecimento tático, com o avanço da tecnologia, os drones se tornam mais modernos e hostis.

Entre tantos modelos, o foco deste trabalho estará nos UCAVs (Unmanned Combat Aerial Vehicle), os drones de combate americanos. Em uma breve apresentação, o mais mencionado em relatos de ex-pilotos combatentes são os MQ-1 Predator, carregando dois mísseis Hellfire ar-superfície, para alvos terrestres que podem acertar um tanque de guerra a até 8 km de distância (ISHIKAWA, 2020). É usado principalmente pela Força Aérea Americana e pela CIA nos ataques a alvos terroristas em países árabes. Criado para ser um avião de reconhecimento e observação dentro do território inimigo, teve seu objetivo modificado em meados de 1995 para carregar armamentos.

Com isso, a nova forma de ir à guerra possibilitada pelos avanços dos drones levanta o debate sobre “matar à distância”, questão que pode ser olhada de inúmeros ângulos, porém sendo apresentada aqui sob a luz da psicologia entre a distância física e o processo da tomada de decisão tática. Diante de um olhar parecido, David Grodin (2012) afirma que um senso de humanidade compartilhada é perdido para as tecnologias de ver e mirar oferecidas pelo olhar do drone que enquadra visualmente a exibição de um mundo que está a uma distância remota e virtual.

A partir da ideia pela qual os drones passaram a ser entendidos como parte de uma estratégia militar de morte seletiva (GRODIN, 2012), é possível levantar a questão sobre: Matar a uma vasta distância remota sem risco, influencia a tomada de decisão tática, tornando-a mais “fácil”, ou não? Diversos trabalhos debatem o motivo pelo qual o aumento da distância deve estar associado a diferentes propensões para atacar, baseando-se em teorias vindas da Psicologia e da Psicologia Social. O presente artigo irá apresentar as principais teorias que se entrelaçam com o fator distância X disposição para matar e relacioná-las com a tecnologia do drone, dando continuidade ao debate sobre como a vasta distância que separa os operadores de drones de seus alvos pode alterar o processo de tomada de decisão tática .

A RELAÇÃO ENTRE DISTÂNCIA E A FORÇA LETAL

Com o advento da tecnologia do drone e sua popularização no uso militar, a pergunta sobre como a distância que separa os operadores de drones de seus alvos pode alterar o processo de tomada de decisão tática começou a circular. As consequências já estudadas de matar na proximidade que soldados matam seus alvos em conflitos onde ambos estão no mesmo campo abriu margem para um novo questionamento ao que tal proximidade não existia mais, e todo o contexto pré e pós a ação de tirar uma vida não atingiria mais o soldado ordenado a isso, já que a visão e experiência com os alvos serão limitadas – como será discutido posteriormente.

Entre o conhecimento existente sobre o papel que a distância desempenha nas decisões humanas de matar durante a guerra, uma das perspectivas mencionadas afirma que a distância, de fato, aumenta a probabilidade de uma pessoa usar força mortal. Nela, Powers (2015) aponta duas teorias essenciais para entender o embasamento psicológico por trás dessa ligação, onde a primeira argumenta que matar à distância é relativamente fácil e torna-se progressivamente mais difícil à medida da aproximação da vítima. É menos desafiador psicologicamente para uma pessoa atirar em alguém com uma arma do que estrangulá-lo ou desferir um golpe mortal durante um combate cara a cara, o que transforma a proximidade e a interação com a vítima mais psicologicamente prejudicial.

Pela mesma razão, a outra teoria, sendo diretamente aplicada ao conceito de drone, envolve como essa tecnologia revoluciona a guerra, tornando possível a ação remota. Levando em consideração conflitos passados onde mísseis eram acionados por um piloto voando acima de seu alvo em contrapartida de agora, onde os controles estão nas mãos de equipes de operadores de UAV que trabalham em locais acerca de milhas de distância do local do ataque aéreo, a autora defende que tais fatores não apenas isolam o operador do drone do perigo físico, mas também introduz um nível sem precedentes de separação entre o operador e seu alvo, o que leva a um alto grau do conceito de distância psicológica.

DISTÂNCIA PSICOLÓGICA, TEORIA DA DISTÂNCIA PSICOLÓGICA EM NÍVEL CONSTRUTIVO E A TEORIA DA REPUGNÂNCIA DE MATAR COMO MECANISMOS PSICOLÓGICOS NO USO DA FORÇA LETAL

Para posteriormente aplicarmos os conceitos de nível de interpretação da psicologia e a teoria da repugnância de matar para desenvolver as conexões teóricas entre a distância psicológica e a decisão de uma pessoa de lançar um ataque de drones em face de potenciais vítimas civis, é necessário entender de forma mais abrangente como a distância afeta as ações e cognição humana.

Em primeiro plano, é importante definir que distância psicológica se refere a uma experiência subjetiva de que algo está perto ou longe de si, aqui e agora e descreve distâncias espaciais, temporais – relacionando-se a quão longe no futuro algo será experimentado, sociais – a proximidade pessoal sentida em relação a algo, e a hipotética de um evento ou objeto (POWERS, 2015). Além disso, a distância psicológica tem como ponto de referência o sentimento difuso da unidade da personalidade no aqui e agora, e as diferentes maneiras pelas quais um objeto pode ser removido a partir desse ponto constituem diferentes dimensões de distância. Superar a ideia de indivíduo, o sentimento difuso da unidade da personalidade, no aqui e agora envolve a interpretação mental, e quanto mais distante um objeto estiver da experiência direta, mais alto (mais abstrato) será o nível de interpretação desse objeto (LIBERMAN; TROPE, 2010).

Com isso, a Teoria da Distância Psicológica em Nível Construtivo de Liberman e Trope (2010) (Construal-Level Theory of Psychological Distance/CLT) diz que as pessoas atravessam diferentes distâncias psicológicas usando processos de construção mental semelhantes. Pelas várias distâncias terem o mesmo ponto de referência egocêntrico, todas deveriam estar cognitivamente relacionadas umas às outras, afetando e sendo afetadas pelo nível de interpretação. À medida que a distância psicológica aumenta, as interpretações se tornam mais abstratas, e à medida que o nível de abstração aumenta, também aumentam as distâncias psicológicas que os indivíduos imaginam. Distâncias estas que devem influenciar a ação e, como para Algom et al., (2007), é considerada um princípio fundamental de processamento que orienta a cognição e a ação humanas. Em relação aos níveis, Liberman e Trope (2010) explicam que vemos interpretações de alto nível como representações mentais relativamente abstratas, coerentes e superordenadas, em comparação com interpretações de baixo nível. Mover-se de uma representação concreta de um objeto para uma representação mais abstrata envolve reter características centrais e omitir características que pelo próprio ato de abstração são consideradas incidentais. A partir disso, a premissa básica da CLT se baseia na ligação obrigatória entre a distância e o nível de construção mental, de modo que objetos mais distantes serão interpretados em um nível mais alto, e a construção de alto nível trará à mente objetos mais distantes.

“A distância psicológica está relacionada à maneira como as pessoas pensam sobre os estímulos, porque a distância entre o estímulo e a experiência direta do observador afeta a interpretação do estímulo pelo observador. À medida que os estímulos ficam mais distantes em qualquer uma dessas dimensões, a quantidade de informações sensoriais e conhecimento concreto sobre eles tende a diminuir” (ALGOM et al., 2010, p.2, tradução nossa).

Já para Dave Grossman (1995), o psicólogo e ex-militar que elaborou a teoria da repugnância de matar, a ligação entre distância e facilidade de agressão não é uma descoberta nova. Ele diz que há muito tempo se entende que existe uma relação direta entre a proximidade empática e física da vítima e a dificuldade e trauma resultantes da morte, tendo como mecanismo explicativo um espectro, onde em seu extremo oposto há o bombardeio e a artilharia, que costumam ser usados ​​para ilustrar a relativa facilidade do assassinato de longo alcance. Conforme a extremidade mais próxima do espectro se aproxima, começa-se a perceber que a resistência a matar se torna cada vez mais intensa. Este processo culmina no final do espectro, quando a resistência a baionetas ou facadas se torna tremendamente intensa, e matar com as próprias mãos torna-se quase impensável. No entanto, ele inteira que mesmo isso não é o fim, o espectro continua até uma região delicada ser abordada em seu extremo, onde sexo e matança se misturam.

Ou seja, quanto mais próximo o alvo humano, maior a resistência inicial a ser vencida para matar, e quanto maior a distância, menos difícil se tornaria o ato, como é exemplificado no diagrama dos diferentes tipos de armas (CHAMAYOU, 2015).

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Gráfico 1 – Espectro da agressão segundo Dave Grossman

FONTE: CHAMAYOU, 2015, p.78

De perto, a resistência para matar um oponente é tremenda. Quando alguém olha nos olhos de um oponente e sabe que ele é jovem ou velho, vê seu medo ou sua raiva, não é possível negar que o indivíduo prestes a ser morto é muito parecido com você. E é nesse momento que ocorrem muitas narrativas pessoais de recusa a matar. (GROSSMAN, 1995)

DRONES, DISTÂNCIA E O USO DA FORÇA LETAL 

Com isso, é importante contextualizar, como ressalta Powers (2015), que o pessoal de drones encarregado de realizar ataques contra suspeitos de terrorismo no exterior é separado do local de sua operação sem precedentes. E que embora um atirador possa estar a metros de seu alvo em bombardeios aéreos muito acima de suas zonas de ataque pretendidas, a separação espacial entre os operadores de drones e a localização do alvo do míssil é muito mais drástica. Além disso, os operadores de drones também podem estar mais distantes socialmente, já que operando do conforto de uma base da força aérea, eles se distanciam do combatente inimigo e da experiência geral de ser “parte da ação” no solo ou no ar. Então, não apenas isolando o operador do drone do perigo físico, esses fatores combinados fazem com que a natureza da guerra de drones crie um grau de distância psicológica extraordinário

Já que, teoricamente, de acordo com a CLT, uma grande distância de um objeto ativaria uma interpretação de alto nível do objeto, mesmo quando os detalhes de baixo nível não são particularmente prováveis de mudar com a distância, e o alto nível de interpretação de um objeto produziria uma sensação de distância do objeto mesmo quando tal interpretação não permite a recuperação de exemplares particularmente distais do objeto (LIBERMAN; TROPE, 2010) Logo, Se a distância reduz as barreiras para matar, a tecnologia de drones pode criar condições ideais para facilitar o uso de força letal. Ele remove os operadores suficientemente longe do local do ataque para que eles abstraiam as pessoas dos contextos, reduzindo assim a variação, a diferença e o ruído que podem impedir a ação ou introduzir ambiguidade moral (POWERS, 2015).

Além disso, para a incrementação da distância psicológica, as tecnologias de visão militar produzem representações extremamente limitadas da realidade. Essa visão não tem o objetivo de representar objetos, mas para agir sobre eles, sendo a única ligação entre o operador e o alvo.

“A ligação entre ambos é a imagem na tela, que mais que uma representação figurativa é uma figuração operativa. Pode-se clicar, e quando se clica, mata-se. Mas o ato de matar se reduz aqui concretamente a situar o cursor ou flecha em cima de pequenas “imagens acionáveis”, figurinhas que tomaram o lugar do velho corpo em carne e osso do inimigo” (CHAMAYOU, 2015, P. 78)

Nesse caso, pelas definições de Grossman (1995), os alvos pela mira de um drone estão em alcance máximo, o que é definido como um alcance em que o assassino é incapaz de perceber suas vítimas individuais sem usar alguma forma de assistência mecânica, e que em distâncias assim, os militares podem fingir que não estão matando seres humanos.

Percebe-se que o Drone, por seu dispositivo de visão, se encaixaria mais perto do extremo “próximo” do espectro da agressão de Grossman (1995), porém a visão dos operados e tal proximidade perceptiva é parcial. Chamayou (2015) explica que essa visão é filtrada pela interface e além da gama sensorial se ver reduzida à dimensão óptica, a resolução é suficientemente detalhada para poder mirar, mas não o bastante para poder distinguir os rostos. Sendo assim, uma visão degradada, fazendo com que tudo o que os operadores discernem sejam pequenos avatares sem rosto.

Imagem 1 – Exemplos de imagens de um ataque de drone.

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FONTE: STAHL, 2013, p.664

Desse modo, o caráter filtrado da percepção, a redução figurativa do inimigo, a não reciprocidade dos campos perceptivos, e o desmembramento da unidade fenomenológica do ato são fatores que Chamayou (2015) elenca para a produção de efeitos potentes de “amortecedores morais”.

Isso se torna evidente quando se analisa alguns aspectos, desde o nome atribuído ao drone à condecoração por bravura aos seus manipuladores.

Quanto ao termo escolhido para nomear esse artefato, Mori (2020), em texto disponibilizado pela BBC News Brasil, compilou o histórico estadunidense sobre o emprego de drones armados. Fez o destaque, dentre outras curiosidades, da mudança do termo “…Predator, usado na década passada,… para o drone usado hoje, que foi chamado de Reaper — em inglês, a palavra se refere à figura da morte encapuzada”. Significativa alteração de uma palavra que diz respeito àquele que caça para matar para outra que se refere ao curso inevitável da vida, que é a morte que chega para todos sem data, local ou hora marcados.

Com a evolução do drone de uma ferramenta de espionagem para um instrumento de execução sumária, evoluíram também os casos de transtornos mentais em operadores de drones. Basta lembrar que, em muitos casos, os “alvos” são monitorados em suas rotinas de vida, por longas horas antes da ordem final de extermínio, sem contar os possíveis casos de mortes de pessoas aleatórias por estarem próximas ao alvo (bug splat).

Iniciativas vêm sendo tomadas para combater as amortizações morais. Uma delas se refere ao Projeto “InsideOut”. O artista francês JR criou uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a fazerem uma declaração, exibindo retratos em preto e branco em grande escala em espaços públicos. Por meio de suas ações, comunidades em todo o mundo defendem uma mensagem. Em Abril de 2014, na província de Khyber Pakhtunkhwa, Paquistão, a iniciativa intitulada de #NotABugSplat estendeu um painel de 30 x 20 metros com a imagem de uma menina, com o propósito de que o rosto da criança possa ser visto do céu. A campanha recebeu esse nome devido a como os operadores de drones descrevem suas vítimas, visto que o corpo através da imagem de vídeo do drone dá a sensação de um inseto sendo esmagado.

“Para mostrar aos operadores de drones o rosto real das crianças que eles podem acabar bombardeando – em vez de um ponto desumanizado em uma tela – gostaríamos de imprimir retratos em escala extremamente grande das crianças que vivem na área onde os drones são operados. Esses retratos serão colocados no chão voltados para cima, de forma que uma câmera drone os capture, transmitindo-os para a tela do operador do drone.” (INSIDE OUT, 2014, on-line )

Para Marcelo Jesus (2019, p.87), em sua tese doutoral acerca das formas de comunicação e relacionamentos entre quem filma, quem faz o filme e quem o assiste, analisa que, até na arte cinematográfica, a imagem veiculada dos pilotos de drones ”… atua essencialmente por segregação, ela institui uma separação com os sujeitos que figuram nela, agindo por eliminação.”

CONCLUSÃO

Com o avanço tecnológico que vem sendo promulgado na área militar, é formada uma diferente perspectiva para as formas de combate. Os Drones UCAVs utilizados principalmente nos combates norte-americanos, reafirmam que tais tecnologias contribuem para a perda do senso de humanidade. Isso ocorre devido ao fato da câmera de baixa resolução deste modelo favorecer a criação da distância psicológica para além da distância física entre o operador do drone e o alvo. Ambas, em unidade e consonância, favorecem o amortecedor moral que aumenta a probabilidade de uma pessoa usar força mortal, tornando essa decisão relativamente fácil.

Este estudo buscou delinear os mecanismos psicológicos acerca das motivações humanas para desenvolver as conexões teóricas entre a distância física, psicológica e a decisão de uma pessoa de lançar um ataque de drones em face de potenciais vítimas civis. Apesar da grande disponibilidade de estudos e evidências científicas para com estes argumentos, o debate ainda é aberto, contendo perspectivas alternativas que sugerem o oposto e mostrando que os estudos devem continuar sendo aprofundados cada vez mais na experiência pessoal dos combatentes e na psicologia humana, expandindo seu alcance para além dos ramos de estratégia e defesa.

Referências

ALGOM, Y. B. Y. T. N. L. D. Automatic Processing of Psychological Distance: Evidence from a Stroop Task. Journal of Experimental Psychology, S.L, v. 136, n. 4, p. 610-622, 2007.

CHAMAYOU, Grégoire. Teoria do drone. Trad. Célia Euvaldo. São Paulo: Cosac Naify, 2015, p. 77-83

GRONDIN, David. The study of drones as objects of security: Targeted killing as military strategy. Research Methods in Critical Security Studies, Londres, p. 1-2, 2012.

GROSSMAN, Dave. On Killing: The Psychological Cost of Learning to Kill in War and Society. 1. ed. Nova York: Back Bay Books, 1995. p. 59-118.

GROSSMAN, Dave. Matar: um estudo sobre o ato de matar; tradução Ulisses Lisboa Perazzo Lannes. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2007.

ISHIKAWA, Fernando. Polarização: efeito catalisador dos meios de comunicação de massa, abalroamento das relações sociais e a comunicação (não) violenta do Poder Judiciário. Jus, 2020. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/86318/polarizacao-efeito-catalisador-dos-meios-de-comunicacao-de-massa-abalroamento-das-relacoes-sociais-e-a-comunicacao-nao-violenta-do-poder-judiciario

JESUS, Marcelo Pedroso Holanda de. Antagonismos na imagem documental – os modos securitário e agonístico.Tese. Disponível em: https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/39670/1/TESE%20Marcelo%20Pedroso%20Holanda%20de%20Jesus.pdf Acesso em: 17 junho 2021

LIBERMAN, Y. T. N. Construal-Level Theory of Psychological Distance. Psychological Review, S.L, v. 117, n. 2, p. 440-463, 2010.

MORI, Letícia. De balões bombardeiros no século 19 às máquinas mortais usadas hoje pelos EUA: a história dos drones na guerra. BBC News Brasil, janeiro de 2021. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-51111636 Acesso em: 17 junho 2021

NOT A Bug Splat Khyber Pakhtunkhwa, Pakistan April 2014.Inside out project. Disponível em: https://www.insideoutproject.net/en/explore/group-action/not-a-bug-splat#section-statement. Acesso em: 17 de junho de 2021.

POWERS, Kathleen E. Killing at a Distance: A Construal Level Approach to the Psychology of Drone Operation. American Political Science Association, São Francisco, CA, p. 1-28, 2015.

STAHL, Roger. What the drone saw: the cultural optics of the unmanned war. Australian Journal of International Affairs, S.L, v. 67, n. 5, p. 659-674, 2013.

Fernanda Rangel de Moraes é acadêmica de Defesa e Gestão Estratégica Internacional do Instituto de Relações Internacionais e Defesa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IRID – UFRJ), bolsista PIBIC de iniciação científica do laboratório GeoÁfrica e assistente de pesquisa do subgrupo de Segurança Espacial do Laboratório de Simulações e Cenários da Escola de Guerra Naval.

Sandra Maria Becker  Tavares possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1988), mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995), doutorado em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva pela Fundação Oswaldo Cruz (2014). É professora Adjunta 3 da Universidade Federal do Rio de Janeiro, coordenou o Curso de Graduação em Defesa e Gestão Estratégica Internacional onde também integra o Laboratório de Estudos de Segurança e Defesa (LESD). Exerce atualmente a Coordenação Adjunta (vice-diretora) do Instituto de Relações Internacionais e Defesa (IRID/UFRJ) e a Coordenação de Extensão da Decania do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas (CCJE/UFRJ). É membro titular do Conselho de Extensão Universitária da UFRJ. Tem experiência nas áreas de Defesa Nacional, Saúde Coletiva e Extensão Universitária atuando principalmente em Bioética, Aprimoramento Humano, Segurança Humana, Logística e Mobilização Nacional

Fonte: Diálogos Internacionais

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