A região sul do Brasil está em alerta devido a condições climáticas severas que incluem chuvas torrenciais, ventos fortes e acentuada queda nas temperaturas. Neste artigo, vamos explorar o alerta emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e fornecer informações cruciais para lidar com essa situação climática desafiadora.

Alerta Vermelho e Riscos Associados

O Inmet emitiu um alerta vermelho para áreas no norte do Rio Grande do Sul, centro-oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná, devido à previsão de chuvas superiores a 100 mm em 24 horas, podendo chegar a 200 mm até a noite de sábado. Esse alerta representa o mais alto grau de risco, indicando a possibilidade de danos em edificações, cortes de energia elétrica, prejuízos agrícolas, queda de árvores, alagamentos e problemas no transporte rodoviário.

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Ciclone Extratropical e Rajadas de Vento

O aumento na pressão atmosférica e a formação de um ciclone extratropical na costa sul do Brasil estão contribuindo para a intensificação dos ventos na região, com rajadas que podem atingir mais de 80 km/h e, eventualmente, ultrapassar os 100 km/h no litoral sul do Rio Grande do Sul. Além disso, há a possibilidade de queda de granizo, o que torna a situação ainda mais preocupante.

Queda nas Temperaturas e Riscos de Geada

O ciclone extratropical também trará uma acentuada queda nas temperaturas, com mínimas entre 5°C e 8°C nas áreas mais frias do sul do Rio Grande do Sul e entre 2°C e 5°C nas áreas mais elevadas do planalto gaúcho e catarinense, bem como no extremo sul do Paraná. Nessas regiões, existe a chance de geada fraca durante o amanhecer de domingo.

Orientações Cruciais

Em situações de tempestades, é importante desligar os aparelhos elétricos e o quadro geral de energia para evitar danos causados por variações e curtos na rede elétrica. Além disso, em caso de enchentes, documentos e objetos de valor devem ser protegidos em sacos plásticos, e as pessoas devem buscar abrigo seguro e evitar permanecer ao ar livre.

Também é essencial ficar alerta para os riscos de queda de árvores, galhos e raios. Observar sinais de perigo, como trincas nas paredes, portas emperrando e rachaduras no solo, pode ajudar na prevenção de desastres.

Para se manter informado sobre alertas de desastres, os moradores podem se cadastrar para receber mensagens via WhatsApp, interagindo com o chatbot do número (61) 2034-4611. Além disso, os telefones da Defesa Civil (199) e do Corpo de Bombeiros (193) estão disponíveis para orientações e assistência.

Com info da Agência Brasil

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).