A Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) contratou um estudo de adequação do prédio administrativo do Porto do Rio de Janeiro, na Praça Mauá, para comportar a transferência dos empregados da sede da companhia, atualmente localizada na Rua Acre. O projeto básico deve ser concluído em até 90 dias e, em seguida, será realizada outra licitação para a execução da obra. A mudança está prevista para acontecer até julho de 2021.

O prédio a ser reformado, onde já trabalham mais de 100 pessoas, receberá aproximadamente outras 300, totalizando mais de 400 empregados no mesmo local. Para o diretor-presidente da CDRJ, Francisco Antonio de Magalhães Laranjeira, a transferência da sede para o porto será benéfica para Autoridade Portuária. “A mudança vai integrar a rotina administrativa da companhia e facilitar a interação entre os profissionais das áreas administrativas e das áreas operacionais. E certamente essa aproximação vai aumentar ainda mais a eficiência e o dinamismo dos setores”, ressaltou o presidente.

O superintendente de Engenharia da CDRJ, Roberto Catalão, que coordena o projeto, explicou que o estudo do chamado ‘Retrofit’ visa melhorar as antigas instalações, modernizando o espaço, corrigindo problemas e tornando-o mais seguro e confortável para os empregados. “Devemos optar pelo estilo ‘open office’, mas com os setores separados por divisórias de vidro, evitando a expansão de ruído entre as áreas”, revelou Catalão.

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Ainda segundo informações do superintendente, a reforma será geral e contemplará os três andares do prédio, mantendo apenas o atual auditório. “Haverá troca de piso, forro e revestimentos e teremos um grupo de banheiros e copa por cada andar”, detalhou Catalão. “Além disso, visando buscar maior eficiência em termos de sustentabilidade, serão adotados o sistema de refrigeração INVERTER, a iluminação de LED e equipamentos de redução de consumo de água”, completou.

Fonte: CDRJ

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).