Imagem: Operação Acolhida

Mesmo durante a pandemia do coronavírus a Acolhida continua o trabalho de receber migrantes venezuelanos que chegam ao Brasil em busca de novas oportunidades de vida. Em visita aos abrigos da Operação, em Boa Vista (RR), o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, acompanhou o trabalho realizado no atendimento humanitário aos migrantes e refugiados.

Atualmente, 3,5 mil imigrantes estão amparados nos abrigos de Boa Vista e Pacaraima, em Roraima, e Manaus, no Amazonas. Nesses locais, recebem alimentação, proteção e orientações. Mais de 265 mil migrantes e refugiados venezuelanos solicitaram regularização migratória.

Segundo o Ministério da Cidadania, responsável pela interiorização desses migrantes e refugiados, 44 mil venezuelanos já foram interiorizados com oferta de residência, trabalho e oportunidades em 622 municípios do país. O restante seguiu por meios próprios. Desde o início de 2020 foram interiorizados mais de 16,7 mil venezuelanos, o que representa um investimento do Governo Federal superior a R$ 630 milhões.

“A interiorização é o principal diferencial dessa operação. Nós oferecemos aos nossos irmãos venezuelanos a possibilidade de recomeçar e seguir suas vidas por conta própria. O Brasil tem história de solidariedade. Sabemos que esse regime venezuelano, que expulsa os seus de sua terra, vai passar, mas o povo venezuelano será nosso irmão sempre. O governo Bolsonaro estende a mão aqui na América Latina aos nossos irmãos”, afirma Onyx Lorenzoni.

O ministro visitou dois abrigos na capital roraimense, a Área de Cuidado e Proteção (ACP) – onde os venezuelanos recebem atendimentos de saúde, e o Posto de Triagem para Imigrantes (PTRIG) – que oferece serviços para solicitação de refúgio, residência temporária, emissão de CPF, carteira de trabalho, vacinação, entre outros.

Acolhida

A Acolhida é o processo de acolhimento humanitário brasileiro do Governo Federal, coordenada pela Casa Civil, é composta por 11 ministérios, com apoio de agências da ONU e de mais de 100 entidades da sociedade civil, para oferecer assistência emergencial aos migrantes e refugiados que entram pela fronteira com Roraima.

Com informações do Ministério da Cidadania

Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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