Na resposta imediata ao intenso temporal que devastou a região da Baixada Fluminense e do Sul Fluminense, a Marinha do Brasil, na manhã desta quinta-feira (22), acionou o Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais em Apoio à Defesa Civil (GptOpFuzNav-ApDefCiv). Este movimento ágil sublinha a capacidade de resposta e a prontidão operacional das forças armadas brasileiras em situações de crise, reafirmando seu papel essencial no suporte à sociedade em momentos de necessidade.

Nos siga no Instagram, Telegram ou no Whatsapp e fique atualizado com as últimas notícias de nossas forças armadas e indústria da defesa.

Ação Rápida e Efetiva

Com a mobilização efetivada apenas seis horas após a ordem inicial, um contingente de 300 militares e mais de 50 viaturas foi prontificado para ação imediata. Este grupo está equipado para atuar em diversas frentes, incluindo a desobstrução de vias, o resgate de pessoas ilhadas por enchentes, o transporte ágil de alimentos e materiais essenciais, e a distribuição eficiente de água potável às áreas afetadas.

Compromisso com a Comunidade

Esta operação destaca o compromisso da Marinha do Brasil com a proteção e o auxílio à população em situações de emergência. Através de suas ações, o Corpo de Fuzileiros Navais demonstra não apenas sua prontidão e capacidade expedicionária, mas também sua dedicação ao bem-estar da comunidade, trabalhando em conjunto com os órgãos de defesa civil municipais e estaduais para mitigar os impactos do desastre.

Apoio Integral às Vítimas do Temporal

A iniciativa de ativação do GptOpFuzNav-ApDefCiv pela Marinha é um reflexo da importância das Forças Armadas como pilares de apoio em situações críticas, oferecendo não apenas recursos físicos, mas também esperança e alívio para aqueles afetados pelos eventos adversos do clima. Esta ação coordenada promove uma resposta integrada e eficaz, crucial para a rápida recuperação das áreas impactadas.

Solidariedade em Ação

A pronta resposta da Marinha do Brasil ao temporal na Baixada Fluminense e Sul Fluminense ilustra a sinergia entre as forças militares e civis no enfrentamento de crises, enfatizando a importância da solidariedade, da preparação e da capacidade de resposta rápida em proteger as comunidades e restaurar a normalidade nas áreas afetadas.

Marcelo Barros, com informações da Marinha do Brasil
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).