Na última segunda-feira, um episódio marcante ocorreu nas águas do rio Paraná, na fronteira com o Paraguai, destacando a eficácia e a vigilância da Marinha do Brasil (MB) na região. Militares da MB, em uma operação de patrulhamento fluvial, efetuaram a prisão em flagrante de um indivíduo suspeito. Esta ação faz parte da Operação “Iguaçu”, uma iniciativa estratégica que visa combater crimes transfronteiriços, como tráfico de drogas e de armas, na área da Tríplice Fronteira.

Perseguição e Captura: Detalhes da Operação

O suspeito, que navegava pelo rio Paraná, desobedeceu a uma ordem de parada emitida pelos militares da Marinha, iniciando uma tentativa de fuga. Durante a perseguição, ele descartou a carga que transportava, lançando-a na água, numa clara tentativa de eliminar evidências. Após uma perseguição intensa, os militares conseguiram capturá-lo, entregando-o à Polícia Federal para as devidas providências legais, incluindo a audiência de custódia.

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Operação “Iguaçu”: Um Esforço Conjunto Contra o Crime Transfronteiriço

A Operação “Iguaçu” é uma resposta robusta e bem planejada às atividades criminosas na região da Tríplice Fronteira, especialmente no lago de Itaipu, que se estende de Foz do Iguaçu até Guaíra (PR). Com a mobilização de mais de 200 militares da Marinha, a operação inclui ações de inspeção e patrulha naval, demonstrando o compromisso da MB com a segurança nacional e a prevenção de atividades ilícitas.

Recursos e Equipamentos: A Tecnologia a Favor da Segurança

Além do efetivo humano, a Marinha emprega recursos tecnológicos avançados na Operação “Iguaçu”. Uma aeronave UH-12 “Esquilo” e 13 embarcações, incluindo uma equipada com metralhadoras de calibre .50 e 7.62, são utilizadas para garantir uma cobertura eficaz e uma resposta rápida a qualquer ameaça. Esses equipamentos são essenciais para a eficiência das operações, proporcionando uma vantagem tática significativa nas ações de patrulhamento e combate ao crime.

Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).