Por José Luiz Andrade Junior e Juraci Ferreira Galdino

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Inteligência Artificial (IA) é um termo abrangente e de difícil conceituação, mas que inclui qualquer emulação à inteligência humana como característica essencial. Embora não haja definição universalmente aceita, é comum distingui-la entre “IA geral” ou “IA Forte”, na qual a inteligência artificial se manifestaria em clarividente semelhança sobre aspectos como agilidade, raciocínio e adaptabilidade de um cérebro humano; e a “IA estreita” ou “IA Fraca”, em que a inteligência de máquina seria capaz de ser treinada para realizar uma tarefa cognitiva específica como jogar xadrez, dirigir um carro ou traduzir documentos. Atualmente, proliferam aplicações baseadas em IA estreita, enquanto aquelas lastreadas em IA Geral ainda estão muito distantes de se concretizarem.

O Brasil, por intermédio do Ministério de Ciências Tecnologia a Inovações (MCTI), tem dedicado especial atenção à elaboração da Estratégia Brasileira para IA com o objetivo de solucionar problemas tecnológicos nacionais, identificar áreas prioritárias para desenvolvimento e uso nas quais haja maior potencial de obtenção de benefícios.

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Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).