No dia 18 de dezembro, o Instituto de Biologia do Exército (IBEx) realizou uma cerimônia alusiva aos seus 126 anos, completados em 19 de dezembro, que contou, apenas, com a participação do público interno, devido aos protocolos de segurança sanitária vigentes.

Na oportunidade, o Diretor destacou a importância do IBEx ao longo da sua existência e o trabalho que vem sendo desenvolvido durante o enfrentamento da COVID-19. No mesmo evento, ocorreu a entrega do prêmio “Qualidade IBEx” à Divisão de Ensino e Pesquisa como reconhecimento às atividades desenvolvidas durante o ano de 2020.

Ocorreu, ainda, a inauguração do retrato da servidora civil Olivia Cristina Lima dos Santos, eleita “Servidora Civil – Padrão” ao se destacar no exercício de suas funções durante o ano.

O instituto, inspirado no Instituto Pasteur da França, foi idealizado no final do século XIX, por Ismael da Rocha e Oswaldo Cruz. Em 19 de dezembro de 1894, foi assinado o decreto de criação do Laboratório Militar de Microscopia Clínica e Bacteriologia. Em 1921, recebeu a denominação de Laboratório Militar de Bacteriologia, passando, em 1932, a denominar-se Instituto Militar de Biologia. Recebeu a atual denominação em 1943.

Ao longo dos seus 126 anos, o IBEx atuou em diversas missões, como na preparação da Força Expedicionária Brasileira e na preparação dos militares para missões no exterior. Entre as mais recentes, destacam-se as relacionadas ao combate da COVID-19; à Operação Acolhida, para a mobilização e desmobilização da Força-Tarefa Logística Humanitária nas cidades de Brasília, Campo Grande, Manaus, Pacaraima, Boa Vista, Canoas e São Paulo;  ao apoio às escolas militares; e ao apoio a unidades operacionais como a  Brigada de Infantaria Pará-quedista e o Centro de Instrução de Operações Especiais.

A dinâmica do mundo moderno impõe aos integrantes do IBEx, resguardando os seus valores seculares, o desafio do constante aperfeiçoamento para se adequar às novas demandas, sempre na busca da excelência junto à família militar e à sociedade brasileira.

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Fonte: IBEx
Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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