Forças Armadas atuam há 396 dias no combate à pandemia

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De forma contínua e em todo território brasileiro, militares das Forças Armadas atuam há 13 meses no combate à pandemia do novo coronavírus. Por meio da Operação Covid-19, Marinha, Exército e Aeronáutica desdobram, diariamente, efetivo e meios para auxiliar a população no enfrentamento à doença.

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Além das ações de assistência logística que as Forças Armadas têm realizado nos últimos 396 dias, no mês de abril, militares iniciaram a atuação na aplicação de vacinas. Para contribuir na imunização da população, atualmente, mais de 450 militares são empregados diretamente.

Na capital paraense, os postos estão montados no Clube dos Oficiais da Aeronáutica da Guarnição de Belém e na Unidade Materno Infantil do Hospital Naval de Belém. Na cidade do Rio de Janeiro, há três posto de vacinação: no Centro de Treinamento de Deodoro, na Vila Militar, no Museu Conde de Linhares, em São Cristóvão e na Praça Duque de Caxias, no centro da capital.

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As Forças Armadas também auxiliam o sistema de saúde pública na distribuição de vacinas e no emprego de militares técnicos em enfermagem, na aplicação de imunizantes nas seguintes cidades: Macapá (AP); Tabatinga (AM); Gujará-Mirim (RO); Cuiabá e Cáceres (MT), Campo Grande (MS), Teresina (PI); Mossoró (RN); Lorena (SP); Porto Alegre, Rio Grande, Uruguaiana, Cruz Alta, Santo Ângelo, Ijuí e Caxias do Sul (RS); Curitiba, Lapa, Cascavel e Apucarana (PR) e Florianópolis e Joinville (SC).

Nessas ações, os militares seguem o calendário previsto no plano de vacinação estipulado pelas autoridades de saúde local, incluindo grupos, faixa etária e doses de vacinas.

Saúde indígena
Devido à capacidade das Forças Armadas chegarem em áreas remotas do País, os militares prestam apoio aos Distritos Sanitários Especiais de Saúde Indígenas (DSEIs). Marinha, Exército e Aeronáutica empregam meios – helicópteros, embarcações e veículos – para o deslocamento de vacinas e pessoal de saúde da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI). Com esse auxílio, as Forças Armadas possibilitaram a aplicação de 195 mil doses em indígenas.

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Além disso, no contexto da Operação Covid-19, profissionais de saúde das Forças Armadas realizaram atendimento nas aldeias, evitando o deslocamento dos indígenas para os grandes centros, em meio à pandemia.

Ações
Em mais de um ano de operação, as Forças Armadas também promoveram 16,6 mil campanhas de prevenção, distribuíram mais de 1,4 milhão de kits de alimentação. Nesse período, ainda, 18,5 mil pessoas foram capacitadas para fazer a descontaminação de locais públicos, ao mesmo tempo que foram desinfectados mais de 9,1 mil áreas pelo Brasil, como hospitais, estações de trem, pontos turísticos, dentre outros. Em outra frente, mais de 42 mil doações de sangue foram feitas pelos militares da Marinha, Exército e Aeronáutica para contribuir na manutenção dos estoques de hemocentros por todo o País.

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De 8 de janeiro a 19 de abril, foram realizados 370 voos, entre remoção de pacientes e apoio logístico de insumos médicos. Em 3.120 horas de voo, foram transportados 7.505 cilindros de oxigênio gasoso, 1.150 tanques de oxigênio líquido, 856 pacientes, 51 usinas de produção de oxigênio, 205 respiradores e 20,3 toneladas de medicamentos. Também ocorreu o transporte e a disponibilização de hospitais de campanha para Manaus, Curitiba e Porto Alegre.

Operação Covid-19
O Ministério da Defesa ativou, em 20 de março, o Centro de Operações Conjuntas, para atuar na coordenação e no planejamento do emprego das Forças Armadas no combate ao novo coronavírus. Nesse contexto, foram ativados 10 Comandos Conjuntos, que cobrem todo o território nacional, além do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), de funcionamento permanente. A iniciativa integra o esforço do governo federal no enfrentamento à pandemia.

As demandas recebidas pelo Ministério da Defesa, de apoio a órgãos estaduais, municipais e outros, são analisadas e direcionadas aos Comandos Conjuntos para avaliarem a possibilidade de atendimento. De acordo com a complexidade da solicitação, tais demandas podem ser encaminhadas ao Gabinete de Crise, que determina a melhor forma de atendimento.

Fotos: divulgação Forças Armadas

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