Homenagem ao antigo Ministro da Marinha, Almirante de Esquadra Alfredo Karan, e ao antigo Comandante da FFE, Almirante de Esquadra (FN) Marcelo Gaya Cardoso Tosta

A Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE) comemorou, em 8 de fevereiro, seu 65º aniversário, em cerimônia presidida pelo Comandante de Operações Navais, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen.

Durante o evento, que contou com a presença de membros do Almirantado e dos antigos Comandantes da FFE, foram homenageados o antigo Ministro da Marinha, Almirante de Esquadra Alfredo Karan, e o antigo Comandante da FFE, Almirante de Esquadra (FN) Marcelo Gaya Cardoso Tosta, representando as autoridades que, ao longo de todos esses anos, contribuíram para a consolidação da FFE, como “A Força que vem do Mar”. Foram também premiados os militares que mais se destacaram ao longo de suas carreiras, com mais dias de manobra e exercício, maior tempo de tropa, número de saltos e horas de mergulho.

Na ocasião, um destacamento formado por parcela da tropa e meios, da Unidade Anfíbia, que compõe a Força de Emprego Rápido, desfilou em continência ao Comandante de Operações Navais, seguido por representação da Associação de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais e de jovens do Programa Forças do Esporte (Profesp). Encerrando a cerimônia, marcando a sinergia e a integração entre a FFE e a Esquadra, na formação do conjugado anfíbio, Fuzileiros Navais desembarcaram simultaneamente, de uma aeronave UH-15 e de Viaturas Blindadas Piranha IIIC.

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militares e meios da forca de fuzileiros da esquadra durante a cerimonia militar
Militares e meios da Força de Fuzileiros da Esquadra
durante cerimônia militar

A Força de Fuzileiros da Esquadra foi criada por Decreto Presidencial, em 6 de fevereiro de 1957. Hoje, decorridos 65 anos, preserva as vocações que inspiraram sua criação, sendo capaz de atuar com Grupamentos Operativos de Fuzileiros Navais, até o nível Brigada Anfíbia, nas operações de guerra naval, como as anfíbias, ribeirinhas, terrestres de caráter naval, e de defesa de porto e ilhas e arquipélagos oceânicos, bem como em praticamente todas as operações de emprego limitado da força e atividades benignas previstas na Doutrina Militar Naval.

Marcelo Barros, com informações da Marinha do Brasil
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).