Nesta segunda-feira, 13 de maio de 2024, a Força Aérea Brasileira (FAB) conduziu o segundo lançamento aéreo de mantimentos para as áreas afetadas pelas severas enchentes no Rio Grande do Sul. A ação foi coordenada pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) e executada pelo Primeiro Esquadrão do Décimo Quinto Grupo de Aviação (1º/15º GAV) – Esquadrão Onça, que está temporariamente operando a partir da Base Aérea de Santa Maria (BASM).

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Detalhes da Operação

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A aeronave C-105 Amazonas foi utilizada para o transporte e lançamento de aproximadamente 2,5 toneladas de fardos de água potável e cestas básicas. A carga, embarcada inicialmente na Base Aérea de Canoas (BACO), foi cuidadosamente lançada sobre a região de São Jerônimo (RS), onde equipes do Exército Brasileiro já estavam posicionadas para coordenar a recepção e distribuição dos suprimentos.

Impacto e Declarações

“Diante de um cenário tão difícil como este, toda ajuda se converte em esperança ao povo gaúcho. E é isso que estamos fazendo aqui: lançar, suprir, resgatar. Onça!”, expressou o Tenente Aviador José Roberto Pedraza da Costa, um dos pilotos envolvidos na missão. Esta operação reflete o compromisso contínuo da FAB em apoiar as comunidades mais vulneráveis durante crises severas.

Atividades Complementares

Paralelamente, a FAB também está realizando missões de resgate utilizando helicópteros. Numa dessas missões, tripulantes de um helicóptero H-60L Black Hawk entregaram mantimentos diretamente a um casal ilhado na localidade de Agudo (RS), exemplificando a versatilidade e a abrangência das operações aéreas em resposta às necessidades emergenciais da população.

Ampliação das Frentes de Ação

Desde o início das enchentes em 30 de abril, a FAB tem desempenhado um papel crucial em várias frentes, incluindo resgates de pessoas ilhadas, atendimentos de saúde, transporte de equipes de resgate e materiais, além da coordenação de meios aéreos para otimizar a logística de ajuda. Essas ações são parte da Operação Taquari 2, que visa fornecer uma resposta rápida e eficaz às inúmeras demandas surgidas em decorrência das enchentes.

Marcelo Barros, com informações da Agência Força Aérea
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).