A Escola de Guerra Naval do Brasil foi um dos destaques na Fase de Execução do Inter-American War Game 2024, que ocorreu entre os dias 4 e 14 de junho. Com a participação de 14 países, o jogo de guerra anual promoveu um ambiente de aprendizado e colaboração entre as nações participantes.

Participação Brasileira

A participação da Escola de Guerra Naval do Brasil no Inter-American War Game 2024 (IAWG/2024) foi marcada por uma atuação exemplar e proativa. Os instrutores brasileiros desempenharam um papel crucial nas atividades, contribuindo significativamente para o desenvolvimento dos seminários e dos exercícios operacionais. Este ano, além dos instrutores, um especialista em ações cibernéticas do Comando Naval de Operações Especiais também esteve presente, agregando valor com seu conhecimento especializado e ajudando a enfrentar os desafios impostos durante a fase de execução do jogo.

O Capitão de Mar e Guerra (RM1) Cesar Vidal, gerente do jogo, ressaltou a importância do IAWG para exercitar o trabalho de Estado-Maior em um cenário multinacional, permitindo um amplo debate sobre Segurança Marítima e as perspectivas jurídicas adotadas por cada país participante. “O jogo permite exercitar o trabalho de Estado-Maior em nível operacional, em um cenário multinacional. Também contribui para estreitar os laços de cooperação e amizade entre as Escolas de Guerra Naval do Hemisfério Ocidental, possibilitando ampliar o debate acadêmico em temas relacionados à Segurança Marítima e às perspectivas jurídicas de cada país, adotadas para os incentivos e movimentos gerados no jogo”, destacou o oficial.

A edição de 2024, coordenada pela Escola de Guerra Naval do Uruguai, reforçou a importância do intercâmbio de experiências e conhecimentos entre as nações participantes. A contribuição brasileira foi amplamente reconhecida, destacando-se pelo profissionalismo e pela capacidade de adaptação aos diversos cenários simulados.

Marcelo Barros, com informações e imagens da Marinha do Brasil
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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