Imagem: Olhar Digital

Ultimamente está cada vez mais comum, várias vezes ao dia, receber notícias sobre empresas e ou governos que tiveram seus sistemas invadidos ou comprometidos. Um exemplo recente aqui no Brasil, bem emblemático, foi o ataque ao STJ, que a deixou paralisada por mais de uma semana.

Mas não só empresas ou governos têm sido alvos dos ataques. Semana passada a FireEye, empresa especializada em cibersegurança, foi a nova vítima desses ataques.

A FireEye tem como especialidade o combate à ataques virtuais usando ferramentas e técnicas “hackers” para achar brechas de segurança em sistemas de seus clientes. A FireEye tem como clientes grandes empresas e governos pelo mundo. Com as vulnerabilidades do cliente localizada, dão o suporte para que estas sejam corrigidas.

Segundo analistas, as técnicas de invasão da FireEye que foram vazadas, deixam em alerta diversas empresas e governos, e para o Brasil isso não é uma boa notícia. Nossa cultura de cibersegurança é quase inexistente.

O Brasil está em 70º lugar no ranking global de cibersegurança e em 6º na América Latina, atrás do Paraguai. Isso deixa claro que precisamos de uma política clara e que seja realmente aplicada ao setor público. As empresas resta investir para se previnir.

Especialistas reforçam que para reduzir os riscos, todos devem manter os sistemas e programas atualizados. Há uma lista com pelo menos 16 mais comuns circulando na rede aplicáveis em produtos da Adobe, da Microsoft, da Citrix entre outros.

Marcelo Barros
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Universidade Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).

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