Em um movimento estratégico para fortalecer as capacidades de combate em ambientes inóspitos, o 1° Batalhão de Infantaria de Selva (Aeromóvel) – 1° BIS (Amv), em colaboração com o 4° Batalhão de Aviação do Exército (4° BAVEX), realizou um Estágio Básico do Combatente Aeromóvel direcionado a Oficiais, Subtenentes e Sargentos integrantes do batalhão. Essa iniciativa pioneira capacitou 38 militares para a execução de Operações Aeromóveis na Selva, promovendo uma notável evolução na eficiência operacional da unidade.

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UMA PARCERIA ESTRATÉGICA

A parceria entre o 1° BIS (Amv) e o 4° BAVEX representa um marco na cooperação interna das Forças Armadas Brasileiras, demonstrando a importância da integração entre diferentes unidades para a otimização das habilidades de combate. O adestramento conjunto permitiu que os participantes desenvolvessem competências essenciais para as demandas específicas das operações aeromóveis, um componente crucial para a projeção de força em território nacional, especialmente na vastidão da selva amazônica.

DESAFIOS E SUPERAÇÃO NA SELVA

Durante o estágio, os militares foram submetidos a um rigoroso treinamento que abrangeu técnicas aeromóveis avançadas, patrulhas e operações de infiltração, seguidas pela conquista e manutenção de cabeça de ponte aeromóvel. Essas atividades, desafiadoras por natureza, exigiram não só habilidades físicas e táticas, mas também a capacidade de adaptação e trabalho em equipe, características fundamentais para o sucesso em operações de alta complexidade no ambiente selvagem.

INCREMENTANDO A EFICIÊNCIA OPERACIONAL

O Estágio Básico do Combatente Aeromóvel é um passo significativo no aprimoramento da prontidão combativa do 1° BIS (Amv), alavancando a eficiência operacional da organização militar. A capacitação desses 38 militares em operações aeromóveis reforça o compromisso do Exército Brasileiro com a excelência em suas missões, assegurando que suas forças estejam preparadas para enfrentar e superar os desafios impostos pelo combate na selva.

REFLEXÕES SOBRE O FUTURO

A realização desse estágio não apenas fortalece a capacidade operacional do 1° BIS (Amv) e do 4° BAVEX, mas também sinaliza para o contínuo desenvolvimento e modernização das Forças Armadas Brasileiras. Investir na formação e na especialização de seus quadros é essencial para manter a soberania nacional e a segurança interna, especialmente em áreas estratégicas como a Amazônia. Este evento reforça a imagem das Forças Armadas como uma instituição ágil, adaptável e sempre pronta para as exigências do futuro.

Marcelo Barros, com informações do Exército Brasileiro
Jornalista (MTB 38082/RJ). Graduado em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (2009). Pós-graduado em Assessoria de Comunicação (UNIALPHAVILLE), MBA em Jornalismo Digital (UNIALPHAVILLE), Administração de Banco de Dados (UNESA), pós-graduado em Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação (UCAM) e MBA em Gestão de Projetos e Processos (UCAM). Atualmente é o vice-presidente do Instituto de Defesa Cibernética (www.idciber.org), editor-chefe do Defesa em Foco (www.defesaemfoco.com.br), revista eletrônica especializado em Defesa e Segurança, co-fundador do portal DCiber.org (www.dciber.org), especializado em Defesa Cibernética. Participo também como pesquisador voluntário no Laboratório de Simulações e Cenários (LSC) da Escola de Guerra Naval (EGN) nos subgrupos de Cibersegurança, Internet das Coisas e Inteligência Artificial. Especializações em Inteligência e Contrainteligência na ABEIC, Ciclo de Estudos Estratégicos de Defesa na ESG, Curso Avançado em Jogos de Guerra, Curso de Extensão em Defesa Nacional na ESD, entre outros. Atuo também como responsável da parte da tecnologia da informação do Projeto Radar (www.projetoradar.com.br), do Grupo Economia do Mar (www.grupoeconomiadomar.com.br) e Observatório de Políticas do Mar (www.observatoriopoliticasmar.com.br) ; e sócio da Editora Alpheratz (www.alpheratz.com.br).